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sexta-feira, 23 de abril de 2010

BRINCAR! BRINCAR! BRINCAR!

Já estamos muito mais mexidos e dinâmicos e por isso queremos é movimentar-nos livremente, explorar o espaço e manipular os materiais.

Somos muito curiosos e isso faz de nós uns exploradores natos!
RECORTES PEDAGÓGICOS
O início das deslocações autónomas constitui uma etapa muito importante do desenvolvimento, que ilustra uma vez mais as consequências de uma aquisição motora sobre o desenvolvimento intelectual: antes desta etapa, a criança não podia conhecer o seu meio ambiente a não ser por deslocações passivas sujeitas à vontade das pessoas que as deslocavam”. (Teyssèdre & Baudonnière, 1994)

BEM-VINDO SOL!

Finalmente o SOL deu ar das suas graças. Esteve um tempo bastante agradável e por isso fomos até ao exterior aproveitar esta visita.


Foi uma diversão!


RECOTES PEDAGÓGICOS
O tempo de exterior possibilita às crianças expandirem a sua exploração e brincadeira a outro contexto (…) o exterior é rico em experiências sensório-motoras que lhes permitem construir o seu conhecimento.” (Post & Hohmann, 2007)

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Crescer a brincar!

Muitas vezes, na Sala da Fantasia, deixamos as crianças brincar livremente. Sem os adultos interferirem.
E porque fazemos isto? Porque acreditamos que a brincadeira livre traz muitos benefícios às crianças tanto a nível da socialização entre elas como a nível cognitivo. Para quem está de fora, parece que estamos numa "guerra", há brinquedos espalhados por todo o lado e barulho. Muito barulho.

Mas se estivermos atentos, há cozinheiros na sala, mães e pais, artistas e futebolistas. Às vezes, até há professores e doutores!!


Segundo Winnicott (psicanalista), no acto de brincar, os sinais, os gestos, os objectos e os espaços valem e significam outras coisas daquilo que aparentam ser. Nas brincadeiras as crianças transformam os conhecimentos que já possuíam anteriormente em conceitos gerais.
É no acto de brincar que a criança estabelece os diferentes vínculos entre as características do papel assumido, as suas competências e as relações que possuem com outros papéis, tomando consciência disto e generalizando para outras situações.
Através da brincadeira as crianças desenvolvem capacidades a nível afectivo, cognitivo e emocional.